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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

21- O MAL DESPERCEBIDO NAS IGREJAS, CUIDADO!

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O Mal da Ignorância

Podemos destacar vários males que assolam a igreja e tentam viabilizá-la, enganá-la ou confundi-la de alguma forma. Podemos enumerar vários destes males, contudo quero dar destaque, colocar em primeiro lugar o mal da ignorância, ou seja, o desconhecimento, seja ele bíblico, teológico ou secular, a falta de informação e conhecimento à nível geral, este mal é comparado a um câncer que corrói e destrói aos poucos o corpo e a mente das pessoas.  O ignorante é manipulado facilmente, é facilmente enganado, persuadido, o mesmo vira uma marionete nas mãos dos falsos profetas, aproveitadores e oportunistas. O ignorante mata por causa da sua fé, briga, vira inimigo do próximo, o mesmo geral transtornos diversos, como: contendas, brigas, rivalidades, orgulho, afastamento da igreja, ódio, dentre outras coisas.
      A ignorância tem permeado os púlpitos das igrejas, das ruas, das praças, dos comércios, dos sites, das religiões, das escolas, faculdades e está presente em todas as áreas e em todos os setores da sociedade mundial. A ignorância é um mal que assola e prejudica o bom andamento da caminhada cristã, da família e da sociedade. A mesma tem residência fixa em muitos corações cristãos, a ignorância precisa ser identificada, combatida, amenizada e por fim erradicada do seio da sociedade, seja ela cristã ou não.
       O ignorante não é o estúpido como muitos pensam, o ignorante, muitas vezes, é uma pessoas bem educada, simples, simpática, porém ignorante, pois não é portadora da informação e do conhecimento correto, puro e genuíno. O ignorante pensa que está certo, em sua consciência, ele acha que está totalmente certo, entretanto, na maioria das vezes, está parcialmente ou totalmente errado.
         Isto ocorre com muitos crentes, com muitos pastores, com muitos ministros de louvor, ocorre também com muitos pastores, diáconos presbíteros, apóstolos, reverendos, bispos, missionários, doutores, mestres, cantores, escritores, cantores, políticos, médicos, e com vários outros. A ausência de conhecimento e informação é um mal terrível, um câncer que só avança, porém deve-se implementar soluções para sanar o mesmo.
        A ignorância gera desprazer, pois sem o conhecimento correto, vamos para um abismo, vamos para um caminho errado, somos enganados, manipulados e prejudicados. O conhecimento e a informação correta, boa e agradável gera prazer, benefício, prosperidade em todas as áreas, financeira, espiritual, sentimental, moral, acadêmica, Professional e social. O conhecimento liberta, e a ignorância escraviza.
           A ignorância escraviza, pois, quando somos ignorantes ficamos algemados por conhecimentos e informações erradas, que podem nos levar à ruína total ou até para a morte. A ignorância a que eu me refiro não é apenas a ausência de conhecimento, mas também a falta do conhecimento correto, bom e produtivo, podemos ser ignorantes, e muitas vezes somos escravos do conhecimento e das informações distorcidas ou totalmente erradas. Desconhecemos as verdadeiras, as corretas, o conhecimento que vem de Deus, neste caso somos ignorantes.
         A causa da ignorância pode ser diversa, pode ser por causa da preguiça, acomodação, ou de uma mente inflexível que pensa que estar sempre correto em tudo que pensa, fala ou age. O preguiçoso não busca o conhecimento correto e produtivo que vem do criador, o mesmo prefere uma receita pronta vinda em uma bandeja e carregada por alguém, prefere que lhe dêem água na boca, prefere que alguém lhe carregue no colo como um bebê.
          Outra causa da ignorância é a acomodação, somo muitas vezes acomodados com o conhecimento que temos, às vezes, o temos mas em dozes pequenas, ou temos muito conhecimento errado ou parcialmente errado. Paramos no tempo, nos limitamos, ficamos na inércia, estáticos, como uma caixa de água de 1000 litros, cheia apenas pela metade, tem água mas não esta completa, e precisa ser completamente cheia. Ficamos acomodados, conformados, confortados com o conhecimento que temos, seja ele bíblico ou não. Diga não ao conformismo, temos que buscar mais conhecimento puro, correto e proveitoso que vem do altíssimo.
          A mente inflexível, irredutível, é outra causa da ignorância, o indivíduo pensa que estar sempre correto em suas filosofias, pensamentos, e conhecimentos bíblicos ou extra bíblicos adquiridos ao longo de décadas, e os defende com unhas e dentes, com todas as suas forças, até briga ou bate em alguém se disser que o mesmo estar errado. O indivíduo não é humilde o suficiente para reconhecer que tem que rever os seus conceitos, seus princípios, suas posições e opiniões. O mesmo não dá o braço a torcer, não se rende, não dá um passo à trás e dois à frente. O indivíduo vai permanecer na ignorância, ou seja, vai continuar desconhecendo verdades, vai deixar de crescer, vai deixar de fazer novas descobertas, vai deixar de prosperar, vai sempre cair na mesmice, vai mergulhar no fracasso e escorregar no abismo. Portanto o torna um ignorante inflexível e fadado ao fracasso.
         Sabe-se que existem antídotos, fórmulas e métodos para tudo, para sanar, minimizar ou erradicar e/ou curar doenças ou males. Para sanar a ignorância e suas causas, a fórmula ou receitas é muito simples, basta reportar-se às Escrituras sagradas, dobrar os joelhos em oração ao Eterno, comunhão com o Espírito Santo de Deus, e muita, mas muita leitura, exame e meditação na Palavra de Deus, assim obteremos conhecimento o suficiente para minimizar e erradicar de vez a ignorância, ou seja, o desconhecimento  do crente. Através da oração, da comunhão e iluminação do Espírito santo, teremos uma vida sem preguiça, teremos uma mente mais aberta e flexível para aprender, teremos ainda, o fim da acomodação, por fim teremos um desejo profundo de crescer na graça e no conhecimento de Deus, teremos desejo ardente e intenso de servir e aprender a respeito do Eterno Deus, conquistaremos mais degraus na fé, aos poucos derrotaremos a ignorância, eliminaremos também mais uma causa destrutiva que é a acomodação que tanto permeia o seio da igreja. Leia: “Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém. 2 Pe 3.18
          Eu e você somos muitas acomodados e nem percebemos, somos inflexíveis e preguiçosos e nem damos conta disso. Somos acomodados por que poderíamos ler mais a Bíblia, ou ingressar em um seminário teológico, somos acomodados por que poderíamos publicar conteúdos cristãos em sites ou blogs, ou em redes sociais, poderíamos evangelizar nas ruas, praças, presídios, creches, orfanatos, no trabalho, através de vídeos na internet, e não fazemos. Somos inflexíveis muitas vezes por que achamos que sempre estamos certos, naquilo que fazemos, pregamos, pensamos, escrevemos, achamos que estamos sempre certos em nossas atividades diárias no nosso trabalho, na nossa profissão, no trânsito, na escola, na rua, enfim, em quaisquer lugares ou áreas em que atuamos direta ou indiretamente, quase sempre achamos que estamos parcialmente ou totalmente certos.
         No tocante a preguiça, às vezes eu e você somos preguiçosos, sim parece ser ofensivo mas somos de fato um pouco ou muito preguiçosos. Somos preguiçosos quando não queremos aprender um pouco mais de Deus, somos preguiçosos quando não oramos mais vezes ao dia, somos preguiçosos quando não lemos mais versículos da Bíblia do que estamos acostumados, somos preguiçosos ainda quando não temos um devocional diário com o mestre dos mestres que é o Senhor e Salvador Jesus Cristo. Enfim, a preguiça é real no seio da igreja, e às vezes, nem percebemos, pois é um mal silencioso, oculto, sutil, ele vem disfarçado, vem com um “ sapato de algodão”, a preguiça sempre estar de mãos dadas coma  acomodação.
          Pode-se citar que o jejum, a oração e a intimidade com o Criador ajuda e muito a erradicar esta e outras causas que originam a ignorância, estas causas supracitadas devem ser identificadas, as mesmas estão diante de nós, estão nos púlpitos, nas congregações, nas igrejas, nos seminários teológicos, nas Escolas Bíblicas dominicais, estão dentre de nós em muitos não percebem, muitos não as identificam, muitos convivem com elas há décadas e nem se importam, não querem nem saber e muitos menos aceitar que as possuem e também quando os outros identificam estas causas em você, você não se esforça para eliminar de vez, ou ao menos tenta minimizar estas causas que provocam a ignorância, são males que agem em doses homeopáticas, as mesmas são como bactérias ou vírus, convivem no corpo humanos, agem de forma gradual e destrutiva, e não são vistas e nem identificadas, e quando são identificadas, muitas vezes já se alastraram e é tarde demais.
              Esforce para vencer a ignorância e suas causas destrutivas, faça seu auto-exame diário, faça um exame de consciência diário e constante, busque em Deus forças para vencer a ignorância e seus aliados, orando, jejuando, renunciando o pecado, abdicando das concupiscências da carne, dos prazeres materiais e mundanos, dos vícios, das vis paixões, das palavras torpes, lute para ter mais compromisso com Deus, mais dedicação para com a sua obra, lute para ganhar mais almas para o Reino de Deus, busque mais e mais os dons do Espírito Santo, beba um pouco mais da fonte que emana lá do alto, tenha um pouco mais de intimidade com o altíssimo, leia mais as Escrituras Sagradas, medite mais, reflita mais e tenha uma vida espiritual mais sólida, mais comprometida com as coisas do Reino.
        Desta forma teremos vitórias sobre a ignorância e sua causas, teremos resultados significativos, em suma, podemos afirmar que a receita é simples: Bíblia, oração, ajuda divina, interesse, boa vontade e determinação para mudanças e mudanças para melhor, uma transformação dentro da Palavra de Deus e dentro de seus propósitos divinos. Cabe à você e eu começarmos agora mesmo esta mudança, assim teremos uma nova igreja e uma igreja mais avivada, mas despertada para as coisas que vem lá do alto. Lute com todas as suas forças e ore para que isto ocorra.

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

20 -UM NATAL INESQUECÍVEL!




Estudo Bíblico O Natal Veio do Paganismo, Existe Provas!

Enciclopédia Católica (edição de 1911):

"A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal".

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima):

"... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo".

Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.
·         JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO
Quando Ele nasceu

"... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8).
Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

·         COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?
The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:
        "Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.
         As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.
         Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
         Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."

O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.
A Enciclopédia Britânica diz:

"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."

·         A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:

 
criou a instituição de ajuntamentos (cidades);
construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);
fundou Nínive e muitas outras cidades;
organizou o primeiro reino deste mundo.

A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.

Semiramis se converteu na 
"rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se 
"converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).
·         OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL
A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã."

Também as 
VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.

PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz:

"São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."

Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de 
"Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito. - Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!" - É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse:

"... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11).
Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse:

"Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." (Prov 16:25).

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!
·         O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?
As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria:

"Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os 4:13)


"Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.
·         É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?
Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155:

"A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".

O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...)

Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.

Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:


"E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."  Mateus 2.1,11
·         POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?
Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria.

Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.

Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz:

"Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."

Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.
·         UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO" PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO?
Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus:

"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.' Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ...". (Deut 12:30-31)


"Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ... Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'" (Jr 10:2-3).

Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.

Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência":

"Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade". (Joã 4.24).

O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17). E a Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão:

"Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens." (Mt 15:9).

A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.

"E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus" (Mat 15:6).


"Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..." (Deut 12:31)

Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs!
·         ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS
Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e contemporização, por trás do "Natal"?... E que diz Deus? Devemos "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação total"?

"Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." (Ap 18:4)

·         AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?
Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).

Em João 1:14

"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade."  João 1.14
Vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14) que significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:

· Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1 semana, 2 vezes ao ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.
· O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10)
· O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1.
Temos a seguinte correspondência:

Mês
(número)
Mês
(nome, em Hebraico)
Turnos
Referências
1
Abibe ou Nisã = março
1 e 2
Êxo 13:4 Ester 3:7
2
Zive = abril
3 e 4
1Re 6:13
3
Sivã = maio
5 e 6
Est 8:9
4
Tamuz = junho
7 e 8 (Abias)
Jer 39:2; Zac 8:19
5
Abe = julho
9 e 10
Núm 33:38
6
Elul: agosto
11 e 12
Nee 6:15
7
Etenim ou Tisri = setembro
13 e 14
1Rs 8:2
8
Bul = outubro
15 e 16
1Rs 6:38
9
Chisleu = novembro
17 e 18
Esd 10:9; Zac 7:
10
Tebete = dezembro
19 e 20
Est 2:16
11
Sebate = janeiro
21 e 22
Zac 1:7
12
Adar = fevereiro
23 e 24
Est 3:7
Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho) (Luc 1:5,8,9). Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho) ou início do mês Abe (julho). Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro) ou início de Sebate (janeiro). Nove meses depois, no final de Etenim (setembro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").

DEUS ABENÇOE A TODOS EM NOME DE JESUS!

Autor:Desconhecido  |  Divulgação: estudosgospel.com.br |