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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

168-A BRIGA E QUASE DIVÓRCIO ENTRE AS TRÊS IRMÃS!

 





      Prezados cristãos e amigos,


     As três " IRMÃS"  que nos referimos, são elas: a fé, a emoção e a razão. A existência humana é marcada pela interação de diversos elementos, como corpo, alma e espírito, que se manifestam através de sentimentos, emoções, desejos e vontades. A emoção, inerente à nossa natureza, é fundamental para a experiência humana. Ao lado da emoção, a razão, capacidade de raciocínio que nos distingue, nos permite processar informações, criar e interagir com o mundo.

     A fé, presente em nosso espírito, nos conecta a uma dimensão espiritual, possibilitando a compreensão de conceitos religiosos e a crença em uma força criadora. No entanto, em determinadas situações, pode haver conflito entre emoção, razão e fé. Essa desarmonia, que se manifesta por meio de divergências e contradições internas, dificulta o equilíbrio e a harmonia do ser.

      É fundamental estabelecer uma harmonia entre a emoção, a fé e a razão. É preciso discernir as particularidades de cada uma: a emoção, a fé e a razão. Deve-se buscar um equilíbrio e uma coerência. Não se pode pautar a conduta exclusivamente pela emoção, pela razão ou pela fé. É imperativo considerar a relevância de cada um desses aspectos, sem negligência. O objetivo é manter a estabilidade e a constância na relação entre fé, razão e emoção. É crucial considerar as consequências de agir primordialmente por apenas um desses elementos. O cristão, por exemplo, não deve agir unicamente com base na fé ou na emoção. A razão, por vezes, pode gerar conflitos com a fé, com a emoção, ou com ambas simultaneamente.


Romanos Cap. 12 | ARC

1 Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.

2 E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

3 Porque, pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mas que saiba com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.

4 Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação,

5 assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.

6 De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: se é profecia, seja ela segundo a medida da fé;

7 se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino;

8 ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria.

9 O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem.

10 Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.

11 Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor;

12 alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração;

@aplicativo da bíblia

     Em Romanos, encontramos a orientação de que nosso culto a Deus deve ser racional. Isso implica em compreender, através da razão, o significado de nossas ações e crenças, sem deixar que as emoções nos dominem completamente. Ao mesmo tempo, é essencial cultivar uma fé inteligente, fundamentada nas Escrituras, dinâmica, equilibrada e livre de extremismos ou fanatismos. Essa fé deve ser coerente com os ensinamentos bíblicos e verdadeiramente a fé que Deus deseja que tenhamos.

     A razão, nossa capacidade cognitiva, é a faculdade que o Criador nos concedeu através do intelecto. Ela engloba nossos pensamentos, nossa capacidade de compreensão, raciocínio, processamento de informações e interação com o mundo ao nosso redor. As emoções, por sua vez, estão ligadas aos sentimentos e vontades que emanam do coração. A busca por uma vida espiritual saudável exige harmonia e equilíbrio entre a razão e a emoção.

      Ao examinar Romanos 12, somos instruídos por Paulo a apresentar um culto racional. A racionalidade, nesse contexto, diz respeito ao entendimento e à compreensão, em oposição à mera emoção. O culto, direcionado ao Criador, envolve a esfera espiritual, a conexão do nosso espírito com o Espírito de Deus, e, portanto, a fé. A razão e a fé, assim, caminham lado a lado, em equilíbrio.

       O texto bíblico não aborda explicitamente as emoções. Contudo, na prática contemporânea, observa-se frequentemente a mistura da emoção com a fé e com a razão, ou a predominância da razão sobre a fé, ou vice-versa, gerando conflitos. Essa dinâmica, contudo, não se coaduna com a mensagem original. O culto, para ser autêntico, deve ser racional e consciente.

    Nossa adoração, louvor, devoção e comunhão, todas as práticas cristãs, devem ser guiadas pela fé, mas com consciência, discernimento e bom senso. Embora o ser humano seja naturalmente emotivo, as emoções devem ser equilibradas e controladas, integrando-se à razão e à fé, em harmonia. É imperativo, portanto, buscar o equilíbrio, o controle e o bom senso entre esses aspectos da experiência humana.


                          Conclusão 


      Em suma, torna-se imprescindível discernir emoção de fé e fé de razão. É crucial analisar cada um desses elementos, agindo com equilíbrio e moderação. Devemos empregar nossas emoções, nossa fé e nossa razão de maneira apropriada, considerando o momento e a intensidade adequados. Evitar ações ditadas unicamente pela emoção, pela razão ou pela fé é fundamental. A postura excessivamente emotiva, racional ou espiritualizada pode ser prejudicial. É imperativo buscar a compreensão e a harmonia entre esses três componentes – fé, razão e emoção –, mantendo o equilíbrio e o controle.

        Um forte abraço e que Cristo Jesus te abençoe muito!


                Márcio de Medeiros 

                  Data: 16/01/2026



      



quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

167-ANO NOVO, NOVO CRISTO? COMO ASSIM?

  


Hebreus Cap. 13 | ARC

8 Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente.

@aplicativodabiblia


   Feliz Ano Novo. Que este novo ciclo seja marcado pela renovação da nossa fé em Cristo. Diante de um novo ano, refletirmos sobre a presença de Cristo em nossas vidas. Busquemos um relacionamento mais profundo, íntimo e constante com Ele, um Cristo vivo, ressurreto, presente em nosso dia a dia. Parece que muitos crentes celebram um Cristo velho, apenas para ser cultuado nas quartas feiras e domingos, as vezes, aos sábados também. O verdadeiro Deus é o Deus eterno, único e o Deus de hoje e de agora. Celebre um Cristo vivo e presente, não um Cristo preso na parede da igreja e no dia 25 de dezembro. Cristo é um Cristo de hoje e agora, um ser que deve ser cultuado todos os dias!

   Que nosso compromisso com Cristo seja expresso através de uma adoração sincera, um louvor genuíno, respeito profundo, temor reverente e amor incondicional. Reconhecemos que essa jornada exige esforço e dedicação, mas convidamos a todos a se empenharem nessa busca. É fundamental que Cristo seja proclamado não apenas em momentos específicos, mas constantemente, em nossas palavras e ações. É preciso ir além de uma fé superficial, que busca em Cristo apenas a solução para necessidades imediatas ou a realização de desejos pessoais. Devemos transcender a visão de um Cristo conveniente, lembrado apenas em datas comemorativas ou em momentos de necessidade.

  Cristo Jesus merece ser louvado, adorado, lembrado e compartilhado com todos ao nosso redor, em todos os momentos. Que cada dia do ano seja uma oportunidade para honrar, glorificar e celebrar a Cristo, o eterno, o Deus que se fez homem. Servir a Cristo com amor e temor, em cada instante de nossas vidas, é o caminho para uma fé verdadeira e um relacionamento transformador especialmente neste novo ano que se inicia. Aquele a quem chamamos de Cristo, e a quem nos referimos, é um Cristo vivo, que se manifesta diariamente em sua mente e em seu coração. É um Cristo que acende uma chama em seu ser, tanto em sua mente quanto em seu coração. Um Cristo que dialoga com você, e com quem você dialoga. Um Cristo com quem você age e interage. Um Cristo pessoal, um Cristo pastor, o bom pastor, que o guia, e por quem você se deixa guiar. Essa experiência deve ser sentida, cultivada na memória, presente em sua mente e em seu coração, não apenas em uma data específica. Este Cristo ressurreto deve estar vivo em você, sua presença deve ser sentida, deve fluir em suas veias; Cristo deve ser uma realidade em sua vida, não apenas nos momentos de devoção, mas em todas as atividades cotidianas, em seus afazeres, em seu trabalho e em seus deslocamentos. Viva este Cristo, honre este Cristo, construa uma profunda intimidade com Ele.


                   Conclusão 


 Em suma, muitas pessoas concebem uma imagem de Cristo estática, limitada ao passado. Não se trata de um Cristo vivo no presente, mas sim de uma figura associada ao ontem, não ao hoje. Enxergam-no como um mero instrumento para satisfazer desejos e anseios, buscando-o apenas em momentos específicos, como durante as cerimônias religiosas. Essa não é a essência do Cristo que devemos buscar: o Cristo vivo, o Deus ressurreto. Ele deve ser encontrado diariamente, a cada instante, pois é o Cristo renovado, atuante e único, muitas vezes negligenciado. Essa imagem, frequentemente, permanece relegada a segundo plano, esquecida após os rituais religiosos, após a celebração natalina. Contudo, é fundamental que Cristo se mantenha vivo e presente em nossas mentes e corações, mesmo após o término dessas experiências. Reflita sobre isso. Medite sobre isso.

            Márcio de Medeiros 

                     01/01/2025


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